um err... "Soneto":
"Ser publicitário é brincar de ser criança / É poder voar sem tirar os pés do chão / É saber ter perserverança / E dar asas à imaginação
É passar horas na frente da televisão / É tentar enxergar as coisas por um ângulo diferente / É saber unir trabalho com diversão / Mesmo que para isso precise nadar contra a corrente
É fazer sorrir até quem tem dor de dente / É conseguir abrir os olhos daqueles que não vêem um palmo à frente / É seguir cantando, desafinado porém contente
Perder noites de sono, sonhando acordado / Se libertar, deixando de ser quadrado / E perceber que em todos os momentos valeu a pena ter sonhado."
Essas frases abriram o texto de agradecimento que escrevi no convite da minha formatura (o tema da colação de grau era "criança"; a contragosto), há um ano atrás. Apelei para versos por causa de falta de criatividade no momento. Sinceramente, não gosto de escrever nesse formato. Nem sei ao certo diferenciar poema de poesia. E vejo com pesar que os poetas de hoje em dia (a rima não foi proposital..) não entendem a err... melodia. Não entram em sintonia. São, infelizmente, pessoas que não sabem organizar idéias de forma clara num papel e acabam apelando para rimas fracas. Lamentável. Longe de mim ter a pretenção de escrever poesia ou algo mais que versos numa folha de guardanapo. Mas, no fim das contas, gosto desse texto. Acredito em tudo que digo nele. Por mais que os detratores da publicidade (pseudo-críticos) possam afirmar, sem argumentos que os sustentem, que isso que tá aí não é verídico. Assim como os pseudo-poetas, eles não sabem o que dizem.
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